A complexidade aparece fora do evento
Para quem viaja, confirmar presença pode ser apenas o primeiro passo. Passagem, hotel, transfer, horários e suporte passam a fazer parte da experiência.
Concierge não precisa ser apenas FAQ
Uma camada de IA pode utilizar contexto e regras para orientar tarefas mais completas, desde que tenha acesso controlado às informações necessárias.
Viagem é um exemplo claro
Imagine um participante que precisa chegar dentro de uma janela definida. O evento possui política de tarifa, classe, bagagem, datas e fornecedores autorizados. A IA pode usar essas regras para consultar opções compatíveis em sistemas externos.
A escolha continua com o participante
O objetivo não é deixar a IA inventar políticas. É reduzir trabalho de busca e apresentar alternativas dentro dos critérios definidos.
O conceito pode se estender
Hotel, transfer, estacionamento, agenda, restaurantes, mudanças logísticas e suporte são outros pontos em que contexto pode reduzir fricção.
Uma nova camada já está em implementação
A EventoTech já possui IA nativa e conexão de dados via MCP. O próximo passo está em implementação: ampliar essa inteligência para jornadas que utilizem contexto, regras e sistemas externos para apoiar tarefas.
Disponível e em implementação precisam permanecer separados
O concierge descrito não deve ser apresentado como funcionalidade comercial já disponível. Ele representa uma capacidade em implementação construída sobre recursos que já existem na plataforma.
Conclusão
A tecnologia faz mais sentido quando reduz atrito, conecta contexto e ajuda a transformar informação em decisão. O ponto central desta pauta é aplicar recursos na medida em que resolvem um problema real da jornada — sem adicionar complexidade apenas porque uma tecnologia está disponível.
Fontes da matéria
- ◉ Fonte: GBTA — Business Travel Innovation Research 2026 ↗
- ◉ Fonte: McKinsey — agentic AI in travel ↗
- ◉ Fonte: IATA — Airline Retailing / NDC ↗



